Ambiente corporativo moderno enquanto conteúdos digitais representam o fluxo intenso de informações e a relação entre Inteligência Artificial, atenção e pensamento crítico.

Brain Rot, Inteligência Artificial e o futuro da nossa capacidade de pensar: o que a ciência realmente diz?

O que é Brain Rot e por que esse termo ganhou tanta atenção?

A expressão Brain Rot ganhou enorme repercussão em 2024 após ser escolhida pela Oxford University Press como a Palavra do Ano. Embora muitas pessoas associem o termo diretamente à inteligência artificial, a ciência indica que o fenômeno está muito mais relacionado aos nossos hábitos digitais do que à tecnologia em si.

Segundo a instituição, Brain Rot pode ser definido como a “suposta deterioração do estado mental ou intelectual causada pelo consumo excessivo de conteúdo superficial ou pouco desafiador, especialmente em ambientes digitais” (Oxford University Press, 2024).

Nos últimos anos, a inteligência artificial deixou de ser uma tecnologia restrita a laboratórios, universidades e grandes empresas para fazer parte da rotina de milhões de pessoas. Atualmente, qualquer pessoa pode utilizar ferramentas capazes de responder perguntas complexas, resumir artigos científicos, revisar textos, criar apresentações, desenvolver códigos, gerar imagens e até produzir vídeos em poucos segundos.

Esse avanço representa uma das maiores transformações tecnológicas das últimas décadas. Ao democratizar o acesso ao conhecimento e automatizar tarefas intelectuais, a inteligência artificial amplia a produtividade, reduz barreiras para a aprendizagem e acelera processos de criação. Além disso, a velocidade com que essas ferramentas evoluem faz com que novas aplicações surjam praticamente todos os dias.

Ao mesmo tempo, essa nova realidade desperta uma discussão importante:

Estamos utilizando a inteligência artificial para potencializar nossa capacidade de pensar ou, aos poucos, estamos deixando que ela pense por nós?

Entretanto, antes de concluir que a inteligência artificial está tornando as pessoas menos inteligentes, é importante entender o que a ciência realmente diz sobre esse fenômeno.


O que é Brain Rot?

Apesar da enorme repercussão nas redes sociais, Brain Rot não é uma doença, um transtorno psicológico nem um diagnóstico médico.

O termo funciona como uma metáfora para descrever uma percepção crescente de empobrecimento da experiência cognitiva em uma sociedade caracterizada pelo excesso de estímulos digitais.

Em outras palavras, Brain Rot representa a preocupação de que o consumo contínuo de conteúdos rápidos, fragmentados e pouco desafiadores possa reduzir nossa capacidade de concentração, reflexão e aprendizagem profunda.

Essa preocupação não surgiu com a inteligência artificial.

Há décadas pesquisadores investigam como o excesso de informações, a multitarefa, o uso intensivo de dispositivos digitais e a fragmentação da atenção influenciam funções cognitivas como:

  • atenção sustentada;
  • memória;
  • capacidade de concentração;
  • tomada de decisão;
  • aprendizagem;
  • pensamento crítico.

Uma revisão publicada na revista Brain Sciences (2025), por exemplo, relaciona o fenômeno conhecido como Brain Rot ao consumo excessivo de conteúdo superficial, ao doomscrolling, à sobrecarga informacional e à redução do engajamento em atividades cognitivamente desafiadoras.

Portanto, até o momento, não existem evidências científicas de que o cérebro esteja literalmente “apodrecendo”. O que existe é uma preocupação crescente sobre como nossos hábitos digitais podem influenciar a forma como pensamos, aprendemos e processamos informações.


A inteligência artificial não surgiu ontem

É comum associar esse debate diretamente ao ChatGPT e às ferramentas de inteligência artificial generativa.

No entanto, a história da inteligência artificial começou muito antes.

O termo Artificial Intelligence foi apresentado oficialmente em 1956, durante a Dartmouth Summer Research Project on Artificial Intelligence, evento considerado o marco fundador da área.

Nas décadas seguintes, pesquisadores desenvolveram sistemas especialistas, algoritmos de aprendizado de máquina (machine learning) e, posteriormente, redes neurais profundas (deep learning), tecnologias que possibilitaram os avanços observados atualmente.

Como explicam Stuart Russell e Peter Norvig, autores de Artificial Intelligence: A Modern Approach, a evolução da IA ocorreu de forma gradual ao longo de décadas de pesquisa, impulsionada pelo aumento da capacidade computacional, pela disponibilidade de grandes volumes de dados e pelo desenvolvimento de novos algoritmos.

Da mesma forma, Nilsson (2010), em The Quest for Artificial Intelligence, demonstra que a construção dessa área foi resultado de uma longa trajetória científica, muito anterior à popularização dos modelos generativos.


O verdadeiro ponto de inflexão aconteceu em 2022

Embora a inteligência artificial exista há quase sete décadas, um momento específico mudou completamente sua relação com a sociedade.

Em novembro de 2022, a OpenAI lançou o ChatGPT, tornando modelos avançados de linguagem acessíveis ao público geral.

Pela primeira vez, milhões de pessoas passaram a utilizar inteligência artificial para:

  • estudar;
  • pesquisar;
  • escrever textos;
  • revisar documentos;
  • programar;
  • resumir artigos científicos;
  • criar apresentações;
  • gerar imagens;
  • resolver problemas complexos.

Esse movimento provocou uma mudança sem precedentes.

Não foi exatamente a inteligência artificial que mudou naquele momento.

Foi o acesso à inteligência artificial.

Ferramentas que antes estavam restritas a pesquisadores e grandes empresas passaram a fazer parte da rotina de estudantes, profissionais, organizações e governos em todo o mundo.

Como consequência, atividades intelectuais que antes exigiam horas de trabalho passaram a ser realizadas em poucos segundos.


Nunca tivemos tanto conhecimento disponível

Nunca foi tão fácil aprender. Da mesma forma, nunca foi tão fácil comparar diferentes perspectivas sobre um mesmo tema.

Hoje, qualquer pessoa pode acessar milhares de artigos científicos, comparar diferentes pontos de vista, organizar grandes volumes de informação e receber explicações personalizadas sobre praticamente qualquer assunto utilizando ferramentas baseadas em inteligência artificial.

Sob essa perspectiva, a IA representa uma das maiores democratizações do conhecimento já observadas.

Ela reduz barreiras de acesso à informação, acelera processos de aprendizagem e amplia significativamente a produtividade de profissionais de diferentes áreas.

Além disso, permite que pessoas concentrem mais tempo em atividades estratégicas e menos em tarefas repetitivas.

Entretanto, toda tecnologia que amplia nossas capacidades também modifica a forma como utilizamos nossas habilidades cognitivas.

A escrita reduziu a necessidade de memorizar longos discursos.

A calculadora diminuiu o esforço necessário para realizar cálculos complexos.

O GPS reduziu nossa dependência da orientação espacial.

Agora, a inteligência artificial começa a transformar outra dimensão importante: a forma como pesquisamos, escrevemos, organizamos ideias e tomamos decisões.

Nesse contexto, surge uma pergunta inevitável:

O que acontece quando deixamos de exercitar determinadas habilidades cognitivas porque uma tecnologia passou a executá-las por nós?

Essa é justamente a questão que leva pesquisadores a estudar um fenômeno conhecido como cognitive offloading, ou descarregamento cognitivo, tema que ajuda a compreender por que a discussão sobre Brain Rot vai muito além da inteligência artificial.

O Brain Rot realmente está deixando o cérebro mais “preguiçoso”?

A ciência ainda não possui uma resposta definitiva para essa pergunta.

Entretanto, diversas pesquisas indicam que os seres humanos adaptam continuamente a maneira como utilizam seus recursos cognitivos quando sabem que determinadas informações estarão facilmente disponíveis.

Um dos estudos mais influentes sobre esse fenômeno foi publicado por Betsy Sparrow, Jenny Liu e Daniel Wegner (2011), na revista Science, sob o título “Google Effects on Memory: Cognitive Consequences of Having Information at Our Fingertips”.

Os pesquisadores observaram que, quando acreditamos que uma informação poderá ser recuperada rapidamente por meio da internet, tendemos a lembrar menos do conteúdo em si e mais do local onde ele pode ser encontrado.

Esse resultado ficou conhecido como Google Effect.

À primeira vista, esse achado pode parecer preocupante. Contudo, os próprios autores destacam que o fenômeno não representa necessariamente uma perda de memória.

Na realidade, trata-se de uma mudança na forma como nosso cérebro organiza o conhecimento.

Em vez de memorizar todas as informações, passamos a memorizar onde elas estão disponíveis.

Essa adaptação é compreendida hoje como uma estratégia cognitiva eficiente para lidar com ambientes ricos em informação.


Brain Rot e Cognitive Offloading: qual é a relação?

O fenômeno observado por Sparrow e colaboradores está diretamente relacionado ao conceito de Cognitive Offloading, ou descarregamento cognitivo.

Segundo Risko e Gilbert (2016), Cognitive Offloading consiste no uso de recursos externos para reduzir o esforço mental necessário para realizar uma tarefa.

Na prática, fazemos isso muito antes do surgimento da inteligência artificial.

Alguns exemplos bastante comuns incluem:

  • anotar compromissos em uma agenda;
  • utilizar listas de tarefas;
  • recorrer à calculadora para operações matemáticas;
  • seguir um GPS para chegar a um destino;
  • configurar lembretes no celular;
  • utilizar planilhas para organizar informações.

Em todos esses casos, parte do processamento mental é transferida para uma ferramenta externa.

Longe de representar um problema, essa estratégia permite liberar recursos cognitivos para atividades mais complexas, como planejamento, tomada de decisão e resolução de problemas.

A inteligência artificial representa apenas a evolução mais sofisticada desse comportamento.

A diferença é que agora não estamos terceirizando apenas cálculos, lembretes ou rotas.

Estamos começando a terceirizar atividades intelectuais muito mais complexas, como:

  • escrever textos;
  • resumir livros;
  • sintetizar pesquisas científicas;
  • elaborar apresentações;
  • estruturar argumentos;
  • desenvolver códigos;
  • gerar ideias;
  • produzir análises.

É justamente nesse ponto que o debate sobre Brain Rot ganha profundidade.


O problema não é utilizar IA. O problema é deixar de pensar.

A inteligência artificial pode aumentar significativamente nossa produtividade.

No entanto, produtividade não deve ser confundida com substituição do pensamento crítico.

Existe uma diferença importante entre utilizar a IA como ferramenta de apoio e utilizá-la como substituta do raciocínio.

Por exemplo, pedir que uma IA revise um texto depois que ele foi escrito é bastante diferente de solicitar que ela produza todo o conteúdo sem qualquer participação humana.

Da mesma forma, resumir um artigo científico pode acelerar o aprendizado.

Entretanto, confiar exclusivamente nesse resumo pode impedir que nuances metodológicas, limitações da pesquisa e interpretações alternativas sejam percebidas.

O mesmo vale para apresentações, códigos, pesquisas ou análises estratégicas.

Quanto maior for a complexidade da tarefa, maior tende a ser a importância da participação humana.

Isso ocorre porque modelos de inteligência artificial não possuem compreensão do mundo da mesma forma que seres humanos.

Eles identificam padrões estatísticos em grandes volumes de dados e geram respostas altamente plausíveis.

Essa característica torna a IA extremamente poderosa para organizar informações, acelerar tarefas e ampliar a produtividade.

Por outro lado, interpretação crítica, julgamento, criatividade contextual, tomada de decisão e responsabilidade continuam sendo competências essencialmente humanas.


A inteligência artificial pode fortalecer o pensamento crítico

Grande parte do debate público costuma apresentar uma falsa dicotomia:

Ou utilizamos inteligência artificial e nos tornamos intelectualmente dependentes, ou rejeitamos a tecnologia para preservar nossas capacidades cognitivas.

A evidência científica disponível sugere que essa oposição é simplista.

Na prática, a IA pode tanto reduzir quanto ampliar nossas capacidades cognitivas.

Tudo depende da forma como ela é utilizada.

Quando empregada para:

  • comparar diferentes perspectivas;
  • explorar hipóteses;
  • organizar referências;
  • identificar lacunas de conhecimento;
  • explicar conceitos complexos;
  • acelerar pesquisas;

ela atua como uma ferramenta de ampliação da cognição humana.

Nesse contexto, a IA funciona como um parceiro intelectual, permitindo que as pessoas dediquem mais energia à interpretação, ao pensamento estratégico e à tomada de decisões.

Por outro lado, quando utilizada apenas para substituir integralmente atividades intelectuais, existe o risco de diminuir o engajamento cognitivo.

Em outras palavras, o problema não está na tecnologia.

Está no comportamento desenvolvido ao utilizá-la.

Essa distinção é particularmente importante para organizações que adotam ferramentas de IA em seus processos de trabalho.

O objetivo não deve ser eliminar o pensamento humano, mas criar condições para que profissionais utilizem a tecnologia para produzir análises mais profundas, tomar melhores decisões e resolver problemas de maior complexidade.


O Brain Rot é causado pela inteligência artificial?

À luz das evidências científicas atuais, a resposta mais precisa é não.

Até o momento, não existem estudos que demonstrem que a inteligência artificial, por si só, provoque uma deterioração da capacidade intelectual.

O que as pesquisas indicam é um cenário muito mais complexo.

A revisão publicada na revista Brain Sciences (2025), por exemplo, associa o fenômeno conhecido como Brain Rot principalmente a fatores como:

  • consumo excessivo de conteúdos superficiais;
  • doomscrolling;
  • sobrecarga de informações;
  • redução da atenção sustentada;
  • diminuição do tempo dedicado a atividades cognitivamente desafiadoras;
  • hiperestimulação constante proporcionada por ambientes digitais.

Nesse contexto, a inteligência artificial pode ocupar papéis bastante diferentes.

Quando utilizada para acelerar o aprendizado, organizar informações, ampliar repertório e apoiar a tomada de decisão, ela potencializa nossas capacidades cognitivas.

Entretanto, quando empregada para substituir completamente o esforço intelectual, pode contribuir para um comportamento excessivamente passivo diante do conhecimento.

Portanto, o debate não deve ser sobre utilizar ou não utilizar inteligência artificial.

A questão central é como escolhemos utilizá-la. Consequentemente, profissionais e organizações precisarão desenvolver competências diferentes das valorizadas até aqui.


O verdadeiro desafio da era da Inteligência Artificial.

Consequentemente, profissionais e organizações precisarão desenvolver competências diferentes das valorizadas até aqui.

Toda grande revolução tecnológica transformou a maneira como pensamos, aprendemos e trabalhamos:

  • A escrita reduziu a necessidade de memorizar longos discursos.
  • A imprensa ampliou o acesso ao conhecimento.
  • A calculadora diminuiu o esforço necessário para realizar cálculos complexos.
  • O GPS reduziu nossa dependência da orientação espacial.

Nenhuma dessas tecnologias eliminou a importância do pensamento humano.

Elas apenas modificaram a forma como utilizamos nossas capacidades cognitivas.

Com a inteligência artificial acontece exatamente o mesmo.

A IA não substitui inteligência humana. Ela redistribui parte do trabalho intelectual entre pessoas e máquinas.

Isso cria enormes oportunidades para aumentar a produtividade, acelerar a aprendizagem e apoiar decisões cada vez mais complexas.

Ao mesmo tempo, exige uma nova responsabilidade.

Quanto mais tarefas delegamos à tecnologia, mais importante se torna preservar as habilidades que continuam sendo exclusivamente humanas.

Entre elas estão:

  • pensamento crítico;
  • análise contextual;
  • criatividade;
  • julgamento ético;
  • resolução de problemas complexos;
  • tomada de decisão;
  • capacidade de formular boas perguntas.

Essas competências dificilmente poderão ser automatizadas por completo, justamente porque dependem da compreensão do contexto, da experiência humana e da capacidade de lidar com situações ambíguas.

Nesse sentido, o maior desafio das próximas décadas talvez não seja aprender a utilizar a inteligência artificial.

Será aprender a continuar pensando enquanto a utilizamos.


O futuro pertence a quem souber pensar melhor

Em um mundo onde qualquer resposta pode ser gerada em poucos segundos, o diferencial competitivo deixa de ser apenas o acesso à informação. Passa a ser a capacidade de interpretar essa informação:

  • Saber identificar fontes confiáveis.
  • Questionar resultados.
  • Relacionar diferentes perspectivas.
  • Reconhecer limitações.
  • Tomar decisões conscientes.

A inteligência artificial consegue produzir respostas extremamente sofisticadas. Entretanto, ela não possui intenção, responsabilidade ou discernimento. Ela não conhece a realidade da sua organização, não compreende todas as nuances culturais de uma equipe nem assume as consequências de uma decisão estratégica.

Essas continuam sendo responsabilidades humanas.

Por isso, organizações que desejam aproveitar todo o potencial da IA precisam investir não apenas em tecnologia, mas também no desenvolvimento de competências como pensamento crítico, alfabetização digital (AI Literacy), análise de dados e tomada de decisão baseada em evidências. O futuro não pertence às empresas que simplesmente utilizarem inteligência artificial. Pertencerá às organizações capazes de combinar tecnologia com pessoas preparadas para questionar, interpretar e decidir.

Em síntese, o diferencial competitivo deixa de ser apenas o acesso à informação.


Conclusão

O debate sobre Brain Rot revela uma preocupação legítima da sociedade contemporânea: como preservar nossas capacidades cognitivas em um ambiente caracterizado pelo excesso de informação e pela crescente automação das atividades intelectuais.

Entretanto, as evidências científicas disponíveis indicam que a inteligência artificial, por si só, não torna as pessoas menos inteligentes.

O que realmente influencia nossa cognição é a forma como interagimos com a tecnologia.

Pesquisas sobre Google Effect, Cognitive Offloading e consumo digital mostram que o cérebro humano adapta continuamente suas estratégias para lidar com ambientes ricos em informação.

Essa adaptação pode ser extremamente benéfica quando utilizamos ferramentas digitais para ampliar nossa capacidade de aprender, organizar conhecimentos e resolver problemas.

Por outro lado, quando delegamos completamente o esforço intelectual à tecnologia, corremos o risco de reduzir nosso envolvimento com atividades que estimulam reflexão, aprendizagem profunda e pensamento crítico.

Portanto, o desafio da era da inteligência artificial não é escolher entre utilizar ou rejeitar essa tecnologia.

O verdadeiro desafio é aprender a utilizá-la de forma consciente.

Mais do que produzir respostas rapidamente, será necessário desenvolver a capacidade de fazer melhores perguntas, interpretar diferentes perspectivas e tomar decisões fundamentadas.

No fim, talvez essa seja a principal competência do futuro.

Porque conhecimento continuará sendo abundante.

Ferramentas continuarão evoluindo.

Mas a habilidade de pensar criticamente permanecerá como um dos maiores diferenciais humanos.


Sobre a WorkWiser

Na WorkWiser, acreditamos que a tecnologia gera valor quando fortalece, e não substitui, a inteligência humana.

Por isso, ajudamos organizações a estruturar a gestão do trabalho, desenvolver pessoas e adotar tecnologias de forma estratégica, garantindo que inovação, processos e comportamento evoluam em conjunto.

Mais do que implementar ferramentas, nosso objetivo é criar ambientes onde pessoas consigam trabalhar de forma mais inteligente, tomar melhores decisões e gerar resultados sustentáveis.

Porque a transformação digital só acontece de verdade quando também existe transformação humana.

Work Smarter. WorkWiser™.


Referências

  • Oxford University Press. (2024). Brain Rot is the Oxford Word of the Year 2024.
  • Sparrow, B., Liu, J., & Wegner, D. M. (2011). Google Effects on Memory: Cognitive Consequences of Having Information at Our Fingertips. Science, 333(6043), 776–778.
  • Risko, E. F., & Gilbert, S. J. (2016). Cognitive Offloading. Trends in Cognitive Sciences, 20(9), 676–688.
  • Brain Sciences. (2025). Brain Rot: Cognitive and Psychological Implications of Digital Media Overconsumption.
  • Russell, S., & Norvig, P. (2021). Artificial Intelligence: A Modern Approach. 4th ed. Pearson.
  • Nilsson, N. J. (2010). The Quest for Artificial Intelligence. Cambridge University Press.
  • Kahneman, D. (2011). Thinking, Fast and Slow. Farrar, Straus and Giroux.
  • Carr, N. (2020). The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains. Updated Edition. W. W. Norton & Company.

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